Busque seu imóvel
Interesse Cidade Bairro Categoria Dormitórios Referência
História
 

A Imobiliária


Criada em 1989, somos uma das imobiliárias mais antigas do Balneário Cassino, especializada em administração e vendas de imóveis, com mais de 4000 imóveis comercializados, além de sermos os proprietários do Loteamento que originou o balneário. Nosso sócio gerente é o Eng. Jonas Otero, ajudado por seus filhos Marcos e Júnior.

Imobiliária Otero Imóveis

O Balneário Cassino


Conheça o Cassino nas suas mais variadas formas e ângulos, estamos localizados num balneário onde a tradição, a história e o moderno combinam-se num arranjo perfeito para tornar o Balneário Cassino o local ideal para você conhecer e passar dias agradáveis nas suas férias.



A Origem do Balneário do Cassino


Família Leivas OteroNo fim do Império, quando ainda não existiam estações balneárias na costa oceânica do país, surge o "Balneário do Cassino" na cidade do Rio Grande. Os governadores da província de São Pedro do Rio Grande do Sul, conselheiro Tristão de Alencar Araripe e seu sucessor, Dr. Rodrigo de Azambuja Vilanova, estavam a par da fama adquirida na Europa, pelos balneários de Dieppe Deauville e Biarrits, que além do prazer dos banhos, dos passeios à beira mar, das temporadas de férias, eram excelentes estações de cura. Por este motivo, foram sensíveis em concordar com esta idéia pioneira no país, de Antônio Cândido Sequeira e seus companheiros, de criar uma estação exclusivamente balneária.

Enquanto as praias do sul, lentamente se transformaram em centro de veraneio na criação do "Balneário Cassino" houve intenção do poder público de conceder privilégios para viabilizar este empreendimento. E assim, foi outorgada à Companhia Carris urbanos do Rio Grande, em 17 de dezembro de 1885, pela Lei número 1551, a respectiva concessão que caracteriza esta brilhante idéia. De imediato, deu-se início ao arrojado empreendimento. Em 1890, quando foi inaugurado oficialmente, o Balneário já oferecia aos visitantes: hotel dispondo de 136 quartos, sala de refeições e cozinha com pessoal habilitado, grandes salões de concertos, bailes, jogos e leitura, bondes puxados a burro que levavam os banhistas ao longo da Avenida 20 "chalets" na sua maioria, a moda suíça com recortes em madeira, embelezavam a paisagem.

Esta companhia foi sucedida por outras que utilizaram o contrato e privilégios das anteriores até que em 1909, a última delas, a Cia. Viação Riograndense, fundada em 1895, por motivos diversos vende através de leilão público, imóveis, móveis e utensílios ao Cel. Augusto Cezar Leivas, que cobrindo todos os lances, tornou-se seu legítimo proprietário pela importância de 80 contos de Réis. Desde o fim do século XVIII, o Cel. Leivas, capitalista, homem dinâmico e empreendedor vinha participando de grandes projetos, tais como: bondes, transportes marítimos, estradas de ferro e outros. Logo que iniciou seu novo empreendimento, o Coronel Leivas deu um grande impulso. Ao falecer em 22 de junho de 1926, deixou uma única herdeira, sua sobrinha Maria José Leivas Otero.

Iniciou-se aí, a era Leivas Otero no Balneário Cassino. Durante anos a família Leivas Otero vem comercializando terrenos e condomínios, participando diretamente com o traçado das ruas e projetos paisagísticos arrojados, acreditando no potencial turístico do Balneário.



O Cassino Antigo

O Cassino Antigo


Atlântico: Hotel

Também foi Cassino e Estação ferroviária.

O Cassino Antigo

Desfalcado de uma parte, pela constituição de um condomínio horizontal, mas compensado sobejamente pela adaptação às exigências do conforto moderno, que lhe valeram mais um pavimento parcial e, em conseqüência, maior número de apartamentos, o Hotel Atlântico permaneceu como um marco histórico do município do Rio Grande. Conforme foi dito pelo Dr. Daoiz de la Rocha, que em janeiro de 1990 lembrou o centenário do Cassino e lhe deu ênfase como efeméride principal do primeiro balneário marítimo do Brasil, "o acesso era básico para que a praia fosse alcançada e a estação balneária se concretizasse.

O Cassino Antigo

A necessidade do hotel porém, não ficava atrás, pois os primeiros veranistas deveriam acorrer com a certeza de que encontrariam as comodidades de um centro de lazer". E, segundo a mesma fonte de informação, o próprio nome por que, pouco depois de sua implantação, ficou sendo conhecida a localidade, deveu-se a uma das atrações de que dispunha o hotel. "Casino, com um só S" - explica - "é palavra italiana, que entrou para o nosso idioma com significado original de casa de reuniões, leitura, lazer em variados sentidos, mas principalmente de jogo.

O Cassino Antigo

Embora o objetivo principal fosse oferecer serviços de hospedagem e refeições, o jogo, que a lei não proibia, estava no programa dos empreendedores, que dotaram de amplas dependências o magnífico hotel. Não tardou que a nova localidade, desde logo chamada Vila Siqueira, em homenagem ao notável empreendedor - Antônio Cândido da Siqueira, nascido no Rio Grande a 24 de setembro de 1846 - se tornasse conhecida como "Casino", com a grafia italiana que até poucos anos atrás permanecia nas notas de imprensa, nos documentos e mesmo na indicação de destino ostentada pelos ônibus da respectiva linha.

O Cassino Antigo

O projeto da Companhia Carris de Urbanos, estendido à Companhia de Bonds Suburbanos da Mangueira, que a sucedeu por força das circunstâncias, era de construir um hotel de "120 aposentos ligados em forma a poderem ser ocupados também os anexos, segundo o número que o ocupante pretender", como se lia no prospecto distribuído entre os potenciais acionistas, aos quais acenava com a perspectiva de um bom negócio, acrescentando: "e cada um destes quartos custando $ 2.000,00 por dia, ou ser arrendado por $ 250.000,00 por ano".

Ao final da construção, o hotel, que mais tarde ganharia o nome de "Atlântico", ficaria com 136 quartos, aos quais se juntava uma excelente "salle à manger", como gostavam de dizer os nossos avós e bisavós, para mostrarem a influência francesa em sua cultura... O hotel serviu, também, nos primeiros tempos à própria empresa, para os serviços essenciais dos trens, até que fosse construído o prédio próprio de uma estação. Ocupava, como até agora, dois quarteirões, permitindo-se fechar uma quadra de rua (a atual Oswaldo Cruz) e os guichês de venda de passagens se instalavam em dependência da esquina com a atual rua Henrique Buhle. Por isso, o piso correspondente ao passeio foi elevado, sem prejuízo da estética, e compensado por degraus em alguns pontos, para servir de plataforma de embarque dos passageiros, ao abrigo de um alpendre.

Durante alguns anos, depois de sua abertura, que se deu quando ainda inconcluso, naquela primeira temporada de 1890/1891, o hotel do "Casino" não teve igual no Rio Grande do Sul, em virtude, especialmente, do seu porte impressionante. E ao longo de mais de um século, as suas paredes foram testemunhas mudas da vida social do Estado. Ali se realizaram elegantes reuniões dançantes, memoráveis concertos e apreciadas horas de arte e, pelo menos até a década de quarenta, entre as 7 da tarde e a alta noite, também era familiar aos ouvidos dos seus freqüentadores o ruído da bolinha buscando acomodação numa das cavidades do prato da roleta.



As belas vivendas chamadas 'chalets'

As belas vivendas chamadas "chalets"


"Chalet" é palavra francesa, que designava um tipo de casa dos montanheses suíços, mas no Cassino as primeiras construídas por particulares, qualquer que fosse o seu estilo, todas geralmente com alpendres debruados de madeira pacientemente recortada, eram assim chamadas. Quando o trem começou a circular entre a cidade e o Cassino, em 26 de janeiro de 1890, as construções eram raras. Em seguida, porém, começaram a serem efetuadas rapidamente, e preencheram os espaços vazios das ruas traçadas.

As belas vivendas chamadas 'chalets'

O interesse de pessoas de outros municípios em construir "chalets" no Cassino era freqüentemente noticiado. A 6 de março de 1890, por exemplo, lia-se no "Diário do Rio Grande": "Consta que além de vários cavalheiros desta cidade, vão tomar terrenos por arrendamento, para construir "chalets" na Mangueira, próximo ao Hotel, o visconde da Graça e o major Francisco Nunes de Souza, de Pelotas".

As belas vivendas chamadas 'chalets'

O surto de construções ocorreu mesmo na segunda metade da década de noventa do século passado, estendendo-se aos primeiros anos deste século. Pessoas abastadas foram erguendo belas vivendas em terrenos de quadra inteira, enfileirando-as diante da linha férrea, formando assim a avenida central do balneário, mais tarde denominada Rio Grande, arborizada com mudas de eucalipto que cresceram rapidamente e até hoje dão aspecto acolhedor ao Cassino. Com as vivendas surgiram os aproveitadores, que terminaram sendo considerados pragas, por que iam visitar os veranistas, passavam com eles o domingo inteiro, obrigando-os a despesas e ao trabalho, impedindo-os de desfrutarem da plácida estação balneária, tudo em nome da hospitalidade. Este trecho de notícia do "Diário do Rio Grande" de 3 de março de 1890 mostra que as visitas interesseiras começaram cedo: "Muitas senhoras e cavalheiros foram da cidade passar o dia com as famílias de suas relações, que se acham ali a banhos..".



Restaurante a Beira-Mar


Nos primeiros dias de funcionamento da ferrovia com horários regulares, o público acorreu de maneira extraordinária, superando a expectativa. Os trens partiam do Parque, mas os bondes de tração animal trafegavam com freqüência entre a cidade e aquele local, levando os passageiros dispostos a passear pela praia ou banhar-se nas águas do mar, cujas propriedades medicinais tinham sido intensamente divulgadas. Pagavam passagens de preço variável segundo o percurso: 200 réis até Vieira, 400 até Senandes, 600 até o fim da linha, na costa do mar. O trem do meio dia era considerado de excursão e tinha tarifa única: 500 réis. Nos primeiros dias cada trem levava dois carros, permitindo lotação de 120 pessoas, e a companhia anunciava que Manuel Português, conhecido comerciante do ramo de restaurante, no momento dedicado ao estabelecimento montado no Parque trataria de vender refeições na costa. Com isto tranqüilizava os passageiros glutões, temerosos de amargar a sensação de fome... O restaurante do Hotel funcionou logo de início, para atender os hóspedes, mas logo se ampliou e foi entregue a um especialista, o Sr. René Pascal, do Hotel Paris, que abriu um vasto salão, inaugurando-o, no dia 16 de março, para um público extraordinário.

Restaurante a Beira-Mar

Com o passar do tempo, o restaurante à beira-mar ficou pronto e passou a ser atração especial pela sua localização, o seu estilo curioso e os bons quitutes que integravam o seu cardápio. Era um chalé esquisito, que logo foi sendo chamado "dos dois bicos", de sólida construção, que resistiu ao passar dos anos, tendo desaparecido somente na década de quarenta. Como a praia do Cassino é de aluvião, o restaurante à beira-mar foi ficando cada vez mais afastado do mar. A praia avançava ao natural e este avanço se acentuou ainda mais depois da construção dos molhes. O local em que foi construído e que se considerava à beira mar é a atual Avenida Atlântica.



Inspiração francesa


Inspiração francesa

O Governo da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul não ficou alheio à iniciativa da Companhia Carris Urbanos do Rio Grande, para a instalação de um balneário marítimo na Mangueira. O presidente Tristão de Araripe, em exercício na época do lançamento da idéia, assim como Rodrigo de Azambuja Villanova, que o sucedeu, eram homens esclarecidos, bem a par da fama adquirida na Europa pelos balneários de Dieppe, Beauville e Biarritz, em conseqüência da doutrina em plena voga, da excelência terapêutica dos banhos de mar. E foram grandes impulsionadores da idéia, na parte que lhes competia, promovendo as concessões e os privilégios indispensáveis para que o empreendimento fosse levado avante.

Inspiração francesa

O conhecimento do que se fazia na Europa chegava também a muitas outras pessoas, principalmente através de revistas francesas, trazidas regularmente pelos navios transatlânticos e muito procuradas pela "elite" intelectual e social nas livrarias da cidade. Eram revistas ilustradas nas quais se basearam os promotores do Cassino para projetarem as primeiras construções destinadas aos banhistas: as dependências para mudar de roupa , de ocupação rotativa, e as que chamavam de barracas e eram alugadas durante todo o dia para ponto de apoio à famílias que iam passear na praia. Essas construções em madeira de lei entraram pelos anos e foram em perfeitas condições atestando a excelência do material empregado e da mão-de-obra de primeira grandeza, utilizada um século atrás.



"Dona Mimi" História viva do Cassino


Noemi de Assunção Osório Caringi, conhecida pelo carinhoso apelido de dona Mimi, esta senhora, nasceu em Pelotas e se definia cassinense de coração. Dona de uma das mais belas casas do Cassino, dona Mimi conservava na plenitude de sua maturidade uma beleza que retratava algo de pueril, um magnetismo alegre e romântico que encantava quem a ouvisse. Falando do passado ou do presente, a sua simpatia e inteligência eram tão marcantes que chegavam a impressionar. Ativa e com impecável bronzeado, dona Mimi que descendia de personagens ilustres como o Barão de Jaru, o General Osório, de quem era neta, e filha de Pedro Osório, fez jus à ascendência no mínimo nobre. Poetisa, casada com o renomado escultor Antonio Caringi, dona Mimi freqüentava o Cassino desde os 6 meses de vida. Nas areias da praia e no canto do mar ela se inspirou para criar. Nos seus versos falava sobre as belezas do Cassino/ romântica por natureza, sempre pincelou o amor nos seus escritos. Melancólica às vezes e pura alegria em outras, sua poesia é muito rica e criativa. Autora de sete livros, dona Mimi dedicou um todinho à praia do Cassino.

Vila Francisca

O livro de poesias " O mar da minha vida" é uma declaração de amor ao mar que banha o Sul da costa gaúcha. Dona Mimi teve seis filhos e doze netos, contava que seu espírito se conservara sempre jovem e que guardara boas lembranças do Cassino. Ela define o mar como seu companheiro, amigo sereno que guardava segredos, ela personificava o mar com a singeleza e sensibilidade dos artistas e vivia essa realidade profundamente. Segundo a poetisa, o Cassino foi palco de uma grande e verdadeira história de amor. Ela explicava que viveu momentos de extrema felicidade ao lado do marido, na "Vila Francisca", na praia, enfim em todo o balneário.

Nostálgica, ela lembrava da juventude, das festas e das serenatas. Orgulha-se em ter criado seus filhos à beira-mar, que como ela são também filhos do mar e apaixonados por ele. Dona Mimi lembrava que, entre outros, um dos momentos inesquecíveis que vivera foi, quando menina, sua irmã adoeceu e seu pai prometeu reconstruir a Capela do Cassino, se a pequena se restabelecesse. Graça alcançada, promessa cumprida. Outra passagem interessante foi quando a própria dona Mimi recebeu em sua casa a esposa de Getúlio Vargas, a senhora Darci Vargas. Além disso ela também fez o Hino da Sociedade Amigos do Cassino (SAC). Pessoa muito querida, dona Mimi fundia a sua vida a história do Balneário e mantinha viva a memória da grande praia.



Prédios Históricos


Castelinho

O "Castelinho" (Avenida Rio Grande), casa de veraneio do Sr. Comendador Francisco Bianchini. Construída por volta de 1918, pelo comerciante Carlo Cuello, esta residência, é um riquíssimo exemplo do estilo italiano toscano, sendo hoje destacada como uma das mais belas casas da praia do Cassino.


Vila Francisca

Vila Francisca (Avenida Rio Grande), mandada construir pelo Dr. Fernando Osório, por volta de 1915, é hoje habitada por seus sucessores. E esta belíssima casa conserva as características do seu estilo alemão bávaro.


Família Lawson

A Residência da Família Lawson, localizada na Avenida Rio Grande, entre as ruas Uruguaiana e Itaqui, possui estilo colonial. Pertenceu anteriormente à família Poock, proprietários da conhecida Companhia de Charutos Poock; vendida em 1912 para a família Lawson. É uma das mais antigas residências de veraneio do Cassino. Outras moradias de igual valor históricos são das famílias: Loréa, Duad, Dourado, Lages, e os belos chalés da Rua Rio de Janeiro.


Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos Prédios Históricos

Cassino Moderno


Cassino Moderno

Atualmente, no Balneário Cassino , estão sendo construídos prédios modernos com design avançado. Quem passa pela Avenida Rio Grande, já tem a oportunidade de evidenciar o belo contraste entre as imperiosas construções antigas e os novos prédios, condomínios e residências muito bem projetadas e construídas.



Cassino - Lazer


Cassino - Lazer

O Balneário Cassino conta com uma grande infra-estrutura voltada ao lazer. No interior do balneário existem inúmeras praças com playground e diversas quadras de vôlei, futebol, basquete, tênis e outras modalidades esportivas. Também existem diversas quadras de Paddle, modalidade esportiva bastante difundida no balneário introduzida através dos muitos turistas uruguaios e argentinos que invadem o balneário durante o verão.

A pesca amadora também é bastante privilegiada devido a grande extensão da praia e a existência dos molhes da barra. À noite existem várias opções de diversão para todas idades; existem diversos bares, boates, clubes e as mais diversas opções de divertimento!

Também existem diversos roteiros para lindos passeios; como a histórica cidade de São José do Norte, a cidade de Pelotas, Ilha dos Marinheiros... Sem falar da cidade de Rio Grande, com seus prédios históricos, museus, o superporto...

Hoje no Balneário Cassino há uma grande variedade de esportes náuticos, sendo que a cada ano aparece novas modalidades destes esportes praticados no imenso Oceano Atlântico que coloca-se a nossa disposição.


Abaixo Alguns eventos regulares que ocorrem no Cassino:

Eventos no Cassino

Ondas de Natal

É um dos principais eventos que acontece na Praia do Cassino durante o mês de dezembro. A comunidade e visitantes juntam - se para celebrar o nascimento de Jesus Cristo transformando o balneário num cenário de encanto e magia.

Eventos no Cassino

Encontro Antigomobilístico de carros antigos do Cassino

Para os apaixonados por veículos antigos, o Encontro Antigomibilistico, acontece anualmente no Camping Municipal.


Carnaval

Como não poderia deixar de existir, em uma cidade brasileira, no Cassino também festeja-se o Carnaval tanto na rua com blocos pertencentes ao balneário e outros vindos de outras cidades, como no salão do clube Sociedade Amigos do Cassino muito freqüentado por sócios, turistas e visitantes.


Feira do Livro

É um evento produzido pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), ocorre entre a última semana de janeiro e a primeira de fevereiro, este é um evento que cresce a cada ano, sendo mais uma excelente opção de cultura do balneário.

Eventos no Cassino

Comércio

Um intenso comercio, com muitas lojas e uma variada praça de alimentação, além de brinquedos eletrônicos e parquinho para criançada.


Artesanato na Avenida

Durante o período de verão, artesãos de várias partes do país e cone-sul chegam a praia do Cassino para apresentarem e comercializarem seu trabalho, além daqueles artesãos locais, que sempre se fazem presentes.


Festas

A noite o balneário oferece inúmeras festas, com diversos tipos de ambientes que agradam a todos os gostos e idades, festas estas que demonstram estar afinadas com seu público pois todas apresentam um intenso movimento.


E ainda muitas opções em diversos ESPORTES.



Cassino - Serviços


O Balneário Cassino conta com uma completa estrutura para receber seus turistas. Possui um posto da Brigada Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Pronto Socorro, supermercados, bancos, restaurantes, posto de gasolina, hotéis, campings,...

O Cassino hoje oferece uma completa infra-estrutura de serviços, nas mais variadas modalidades. Além de hospedagem, restaurantes, farmácias, vídeo locadoras, serviços automotivos e diversas opções em lazer, você encontrará um variado leque de opções.

Cassino - Serviços Cassino - Serviços

Cassino - Turístico


Cassino - Turístico Cassino - Turístico Cassino - Turístico Cassino - Turístico Cassino - Turístico

O Cassino, um dos principais balneários do Rio Grande do Sul, faz parte do município de Rio Grande, e distancia-se 22 km da cidade, a qual está ligada por duas rodovias asfaltadas: a Rio Grande - Cassino que inicia no trevo de acesso à entrada da cidade, e a estrada da Barra, que termina diretamente na praia. A distância entre Porto Alegre e a Praia do Cassino é de 334 km pelas BR 116 e 392.

Ao longo da rodovia Rio Grande-Cassino encontramos pequenas localidades tais como: Vieira, Senandes e Bolacha, cortadas por arroios.

O Balneário possui excelente suporte estrutural capaz de sustentar a população residente, cerca de 20.000 habitantes, assim como a flutuante, em época de veraneio, que ultrapassa a 150 mil turistas.

Para tanto, o Cassino conta com diversos hotéis, colônia de férias, apart-hotéis, restaurantes, churrascarias, supermercados, padarias, confeitarias, farmácias, boates, bares, sociedades recreativas, terminal rodoviário, telefônica, correio, imobiliárias, pronto-socorro, bombeiros, além de um posto da Brigada Militar, Polícia Civil, e igreja católica chamada "Sagrada Família".

O tempo de veraneio propriamente dito, na Praia do Cassino, é de janeiro e fevereiro, porém alguns iniciam essa temporada em dezembro e aí permanecem até março por acharem esses dois meses de clima muito ameno e de maior tranqüilidade.

A grande atração do Cassino é sem dúvida a praia, com 254 km de areia branca e fina, que formam a maior praia contínua da América do Sul.

Outro programa indispensável no balneário é sem dúvida o passeio em vagonetas à vela, pelos "Molhes da Barra", que são constituídos de dois braços de pedras que adentram 4 km, no oceano, tendo como função principal manter constante a profundidade do canal para a navegação, além de servir também como quebra-mar. O braço leste situa-se no Município de São José do Norte, e o Oeste no início da Praia do Cassino. É considerada uma das maiores obras de engenharia do século XIX. No Molhe Oeste é imperdível o passeio nas vagonetas à vela, que deslizam sobre os trilhos até o seu final. É também um excelente local para a prática de pesca amadora.

Na praia do Cassino, a doze quilômetros do Monumento a Iemanjá, em direção ao Chuí, encontra-se um navio encalhado na beira da praia. Em 1975, após enfrentar uma forte tempestade,o navio Altair não conseguindo manter-se no curso, terminou sendo arrastado para a praia. O local além de ser um excelente ponto para a pesca, favorece também a prática do surf.

A Religião (não oficial) do brasileiro em geral tem um sabor bastante típico, onde a mescla entre santos da Igreja Católica, deuses do panteão africano (batuque ou candomblé) e princípios ligados ao Kardecismo (umbanda cruzada ou pura) têm seu ponto máximo na noite de 1º para 2 de fevereiro quando é reverenciada a rainha das águas salgadas, Iemanjá. Iemanjá, rainha das ondas, sereia do mar, mãe da maioria dos Orixás (deuses africanos), é unanimidade nacional. Em todo o Brasil, pessoas se deslocam para as praias, a fim de depositar suas oferendas, fazer pedidos. Oferendas de espelhos, perfumes, guaraná, champanhe, doces e flores brancas, barquinhos. Os pescadores confiam em sua proteção quando saem para o mar e sempre lhe pedem uma cholheita farta. A ela são feitos os mais diversos pedidos, a sua festa já foi incluída no calendário oficial do município. Iemanjá, rainha das ondas, sereia do mar!

Molhes da Barra
Molhes da Barra

Molhes da Barra
Molhes da Barra

Molhes da Barra - Vagoneta
"vagoneta" leva turistas
até a ponta dos molhes (4km).

Molhes da Barra - Vagoneta
"vagonetas" nos molhes da barra



Navio Altair

Na praia do Cassino, a doze quilômetros do Monumento a Iemanjá, em direção ao Chuí, encontra-se um navio encalhado na beira da praia. Em 1975, após enfrentar uma forte tempestade,o navio Altair não conseguindo manter-se no curso, terminou sendo arrastado para a praia. O local além de ser um excelente ponto para a pesca, favorece também a prática do surf.

Navio Altair Iemanjá

A Religião (não oficial) do brasileiro em geral tem um sabor bastante típico, onde a mescla entre santos da Igreja Católica, deuses do panteão africano (batuque ou candomblé) e princípios ligados ao Kardecismo (umbanda cruzada ou pura) têm seu ponto máximo na noite de 1º para 2 de fevereiro quando é reverenciada a rainha das águas salgadas, Iemanjá. Iemanjá, rainha das ondas, sereia do mar, mãe da maioria dos Orixás (deuses africanos), é unanimidade nacional. Em todo o Brasil, pessoas se deslocam para as praias, a fim de depositar suas oferendas, fazer pedidos. Oferendas de espelhos, perfumes, guaraná, champanhe, doces e flores brancas, barquinhos. Os pescadores confiam em sua proteção quando saem para o mar e sempre lhe pedem uma cholheita farta. A ela são feitos os mais diversos pedidos, a sua festa já foi incluída no calendário oficial do município. Iemanjá, rainha das ondas, sereia do mar!


Av Rio Grande à noite
Av Rio Grande à noite

Av Rio Grande durante o dia
Av Rio Grande durante o dia



Vista aérea do Balneário Cassino

Vista aérea do Balneário Cassino Vista aérea do Balneário Cassino
  Topo



Locação

  Imóveis para Locação
  Alugue seu Imóvel

Imóveis

  Meus Imóveis Favoritos
  Venda seu Terreno
  Qual o imóvel ideal para você?

Venda

  Imóveis para Venda
  Venda seu Imóvel
Creci 9012

A Imobiliária

  História

Contato

  Mapa de Localização
  Tabalhe Conosco
  Indique o Site
  Fale Conosco

© Copyright - 2018 - Otero Imóveis - Todos os direitos reservados